Palavras soltas...

(...) "Tenho aprendido muitas coisas nos últimos tempos. Uma delas é que jamais podemos deixar para amanhã um gesto de carinho, um sorriso verdadeiro, uma declaração de amor."

Confira a crônica completa clicando aqui.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Pedro...

Gosto de contar histórias.
Vou contar para vocês, a história do Pedro.
Pedro era, com toda certeza um sonhador... vi ele um dia desses e de longe o observei... foi mais ou menos assim:

(...)
Naquele dia, definitivamente, ele estava impaciente.
Não controlava mais sua ansiedade. Não sabia mais como fazer para apagar a saudade que sentia de Nina, sua paixão nada secreta.
Não era só saudade. Ele adorava aquela menina. Aquela mulher. Aquela mistura envolvente de criança, pureza e luxuria... Ela o fascinava.
Ela o fascinava mesmo sem saber. Ela o encantava...
Quem via, até ria... Nina passava e Pedro praticamente ficava paralisado. Não havia nada que o fizesse parar de olha-la. Não existia nada que chamasse sua atenção quando ela estava por perto. É mais ou menos como uma criança fica quando vê aquele brinquedo na vitrine. Aquele brinquedo que só pode ser visto de longe, pois os pais não possuem condições de comprar como presente. Mesmo assim, Pedro podia sentir, mesmo sem tocar, a maciez daquela pele, o doce daquele perfume e o gosto daqueles lábios.
Mas aí, da mesma forma que aparecia, Nina sumia... E ele, bem... ele acordava e voltava ao seu mundo.
Pedro e seu amor platônico.
Mas, não foi sempre assim.
Fiquei sabendo que um dia ele beijou aqueles lábios, tocou aquela pele e sentiu, bem de perto, o doce daquele perfume. Não era sonho. Não era um conto. Um dia ele a teve como mulher. Um dia, os corpos de Pedro e Nina foram um só, numa só respiração, em um momento único, o momento deles.
No entanto, eram sentimentos diferentes. Pedro era paixão ou algo muito parecido. Nina era gostar, curtir. Para o Pedro, foi mais. Para Nina, bem... isso nunca iremos saber. Talvez, nem ela saiba o que sentiu, o que viveu.
Agora, porém, Pedro sonhava.
Ela estava longe. Estava em outra e com outro. E ele, ali, sonhava.
Sonhava que talvez, só talvez, um dia ela pudesse falar, bem devagar para que ele tivesse certeza do que estava escutando, que queria ficar com ele novamente, ser feliz com ele... ao lado dele.
Sonhava...

4 comentários:

Aline!!!!! disse...

Paulo Fernando, o contador de histórias.

Não sei se é real ou não. mas vou torcer muito para que os sonhos do Pedro se concretizem. Ou então pra que isso passe logo!!!

Parabéns pelo texto!

PS.: Deu o bolo e não foi ontem, né?!

Mônica disse...

vou brigar com vc!!! daqui de longe vou brigar com vc!!!
lembra: assunto finito!

Izza disse...

Olha Paulo,
Diga ao Pedro que quem acredita sempre alcança. E fala tbm para que ele nunca pare de sonhar. Quando se acabam os sonhos, acaba-se o sentido na vida!

Beijão!

Jéssica disse...

oi Paulo

Adorei a história!
é real???????

real ou não foi mto bem contada.
bjos