Palavras soltas...

(...) "Tenho aprendido muitas coisas nos últimos tempos. Uma delas é que jamais podemos deixar para amanhã um gesto de carinho, um sorriso verdadeiro, uma declaração de amor."

Confira a crônica completa clicando aqui.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cuide bem do seu amor



De todas as formas de demonstrar amor, a menos eficaz é dizer “eu te amo”.
Dizer que ama é importante, pois vai que o outro ainda não percebeu. Mas, convenhamos, com o tempo, dizer “eu te amo” começa a ficar automático demais e muitos enxergam tal declaração como uma obrigação na hora de se despedir, por exemplo.
Dizer “eu te amo” é bacana, mas legal mesmo é demonstrar que ama...
Com o tempo, raríssimo leitor, temos – todos – o péssimo hábito de deixar de ser aquela pessoa por quem o outro se apaixonou.
Nos acomodamos.
Com o tempo, abrimos mão de ser aquela pessoa que um dia fomos para que o outro por nós se apaixonasse. E assim, fica a pergunta: quem somos realmente? Aquela pessoa apaixonante ou essa em estado de inanição amorosa?
Deixamos de fazer surpresas e paramos de fazer as coisas simples, que são, de fato, as mais importantes...
Coisas simples como, por exemplo, um beijo de boa noite ou um beijo de bom dia (mesmo com a cara amassada, com a boca amarga e os olhos inchados).
O importante é que seja sincero.
Coisas simples e que parecem sem importância, como um bate-papo no caminho para casa.
(...)
Fazer nascer um amor não é das coisas mais difíceis.
Não é.
O difícil e o mais incrível é quando agimos de tal maneira que esse amor se torne imortal.
É difícil, eu sei. Aliás, já disse isso nas linhas acima. Mas é imprescindível fazer certas coisas e tomar algumas atitudes para que uma relação seja duradoura e eternamente feliz!
Fazer com que um amor seja imortal não quer dizer que tenhamos de ser perfeitos.
Ninguém é perfeito.
Não existe, aliás, uma receita de amor imortal. Mas, algumas pessoas (casais) conseguem concebê-lo.
Como?
Tentando ser sempre honestas; preferindo a verdade no lugar da mentira; sendo mais fortes do que as forças que tentam acabar com um grande amor (leia-se: inveja, ciúmes, rotina, fofoca, etc).
Os mais sábios e poetas pregam que o amor só perderá forças quando não mais querermos lutar por ele...
Ora, se é assim, o ideal é termos a consciência de que foi importante conquistarmos aquela pessoa que tanto amamos.
Foi muito importante!
Mas, mais importante do que isso é conquistarmos essa pessoa todos os dias. Conquistar da maneira mais simples possível: sendo nós mesmos! Afinal, se não houve fingimento da nossa  parte, foi por essa pessoa cheia de defeitos que o outro se apaixonou.
Sim, vamos continuar errando. Todo mundo erra, e para isso existe o pedido (sincero) de perdão! Porém, para todos a vida da uma nova chance. E aproveitando de coração essa nova oportunidade é que vamos fazer o possível para não errarmos mais... se isso não for possível, é interessante que não fiquemos sempre repetindo os mesmos erros. Afinal, até o amor morre de cansaço.
Se realmente ama, demonstre isso com seus atos. Toque e cante sempre a balada do amor inabalável!
Mais do que buscarmos a perfeição – a nossa e a do outro – é crucial que busquemos a felicidade – a nossa e a do outro!
Cuide do presente que a vida lhe deu: a pessoa amada.

sábado, 20 de agosto de 2011

Enquanto a carona não chega - II


Não precisava ser assim, mas percebi, com o tempo e observando relações, que hoje em dia é preciso tomar cuidado com aqueles que se dizem nossos amigos.
Amizade é muito mais do que uma companhia para ir a festas ou ao cinema.
Amizade é companheirismo.
Companheirismo é fazer-se presente em todos os momentos, inclusive e, sobretudo, os não tão agradáveis, ditos ruins.
Um amigo – amigo de verdade – nunca te desanima de realizar algum sonho. Ele pode e deve ser realista com você. Isso é imprescindível. Mas, se você é uma pessoa cercada de “amigos” que vivem dizendo “não faça isso”, “não tente isso”, “não vai dar certo”, fique atento.
Amigos te estimulam a tentar, ainda mais se essa tentativa for em busca da felicidade – a sua felicidade. Mesmo sabendo que seu triunfo é algo difícil de ser alcançado, o amigo te estimula, te apóia, ajuda. Talvez, e já vi isso acontecendo, ao dizer para não tentar algo, o “amigo” está pensando na felicidade dele e não na sua. É tenso, mas acontece.
Amigos não tentam mudar seus gostos, suas preferências. E amigos também não precisam gostar de tudo o que você gosta. Amigos respeitam a diferença do outro. Amigos, isso sim, te apresentam novos sons, novas artes, novos livros e novos mundos. Caso você não curta nada do que lhe foi apresentado, o amigo vai entender.
Amigos não sentem inveja de você.

Amigos não mentem para você.

Amigos não se incomodam com a sua felicidade!

Aliás, um amigo fica muito feliz quando você se dá bem. Amigos não diminuem seus méritos em alguma conquista. Amigos se sentem vitoriosos e orgulhosos quando você vence! Do contrário, é inveja e inveja não é coisa de amigo sentir um pelo outro.
Amigos não dizem para você terminar seu namoro ou lance por causa de uma discussão com o seu companheiro. Amigos promovem a reconciliação – desde que esta faça bem a você. Se a sua relação amorosa te faz mal, é obrigação do amigo te abrir os olhos, dar conselhos e tudo mais. Mas, a decisão não é dele. Se um “amigo” te vê feliz com alguém e aproveita um desacerto no relacionamento para incentivar a separação, fique atento. Amigos querem te ver bem, mesmo que isso possa significar abrir mão da sua companhia por intervalos mais constantes. Amigos de verdade ficam felizes quando você encontra o tal “amor da sua vida”. O que um amigo quer é a sua alegria, sua paz, seu sorriso, sua felicidade! Felicidade para um amigo é ver aqueles que ele ama felizes! Amigos se amam.
Amigos não fazem testes com você. Se eles têm dúvidas, simplesmente perguntam, fazendo valer o valor da confiança que reina nas verdadeiras amizades.
Espero que você, raro leitor, tenha amigos – de verdade. Se os tiver, guarde com bastante carinho do lado esquerdo do peito, dentro do coração, como falava a canção!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A hora do predador


Não há nada melhor para um predador do que ver o medo dentro dos olhos da sua presa.
É fato. Esse medo paralisante, arrepiante e mortificante é, sem dúvidas, responsável direto pelo triunfo do predador e pelo fim trágico da caça.
O medo faz com que a presa vacile, tropece e se sinta acuada. Este mesmo medo faz com que o predador ganhe confiança, tire forças de onde achava que não mais havia e cresça.
Em uma perseguição, olhar para trás e ver o adversário chegando, bufando e espumando de raiva é algo crucial para que quem está à frente tome uma decisão ou simplesmente entregue os pontos.
Pois é isso, preclaro torcedor e amigo leitor, que está acontecendo com o pequeno Gambazinho. Toda vez que dá uma olhadinha para trás, o que ele vê é o Mengão Topo da Cadeia Alimentar. Quando isso acontece, as perninhas do pobre Gambá tremem e ele faz o que tem feito nos últimos jogos: entrega a rapadura e sucumbe diante de adversários ainda menores do que ele.
Já está claro que o Curintians sentiu a pressão. É apenas questão de tempo para que ele volte ao seu devido lugar – que não é liderança desse campeonato. Lá, no alto da tabela, a vista de todos e comandando a rafameia mal vestida é o lugar do Flamengo, time que, por justiça e força da natureza, vem maltratando Bambis, Sereias, Marias, Tricoletas e, daqui a pouco, Viceínos.
Mas, primeiro, vamos esperar que o Patético Mineiro – apesar de sua evidente crise – faça o que tem que ser feito e acabe com a graça dos curintianus, hoje.
Amanhã, para alegria do povo, é dia do Mengão entrar em campo e liquidar o Patético Goiano.
É assim que as coisas funcionam e se a ordem natural dessas mesmas coisas não for alterada, terminamos a rodada na liderança.
Eu poderia encetar um discurso agressivo e desprovido de humildade, mas vou ficar na minha e esperar para ver o que acontece. Afinal, até os melhores vacilam e isso pode acontecer com o Rubro-Negro, único invicto dessa disputa.
Portanto, fazendo uso da humildade que me é peculiar, esperarei para ver como será o próximo vexame do Gambazinho e o evidente triunfo do Mengão Panaceia do Mundo.
SRN.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Começa assim...


De repente, quase tudo o que acontece ou você faz, remete seu pensamento àquela pessoa.
De repente, bem de repente, você acorda pensando naquele sorriso, naquele olhar mágico, naquela pessoa.
E o que dizer daquele cheiro? Hã?
Como se fosse por meio de mágica, pura magia, as coisas mudam.
As coisas mudam entre vocês.
Tudo muda.
Não se preocupe. Nem pense que esteja louco. Isso tudo é normal e, ao mesmo tempo, totalmente fora do normal. Por isso, talvez por isso, seja tão bom.
Ouvi dizer de quem entende do assunto, que tudo isso é simplesmente um conjunto de sinais aos quais damos o nome de paixão.
É “mermão”, talvez você ainda não tenha percebido ou não queira aceitar. Mas é fato: cê ta apaixonado!
Não tenha medo, vá em frente (!), com calma e respeitando o espaço do outro. Mas, nunca, em momento algum, tenha medo de sentir o que está sentindo agora. 
Amar não é pecado!
O ideal é se revelar. Mas, se preferir, deixe que as coisas aconteçam naturalmente. (Eu prefiro assim). Se for pra ser, será. É isso que acontece quando é de verdade, sincero, puro...
Aproveite esse clima, esse momento. Aproveite!

* Texto escrito no dia 6 de abril de 2011.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Dor

         Sentimento triste é aquele que dá quando a gente briga com alguém que ama, quando a gente briga com a pessoa que mais ama.
         É triste, não tem explicação. Dói e dói muito, bem lá no fundo do coração. Incessante, angustiante e inexplicável é a dor. Dói e nos passa a sensação de que vai explodir no peito. Dói...
         Dor.
         Dor que nasce no momento em que um sorriso é trocado por uma lágrima ou uma expressão de nervosismo, impaciência. Nasce no momento em que se trocam as palavras de carinho por frases curtas, grossas e muitas vezes sem sentido, sem razão de ser. Nasce naquela hora em que ao invés de conversa há silêncio ou ao invés de silêncio há gritos. É a dor que toma seu peito ao ver seu grande amor partir... Partir quando tudo que você queria era que ele ficasse. A dor aumenta e chega de verdade quando seu amor parte.
         É essa dor que não te deixa dormir. É ela que, mesmo você estando com muita fome, te faz não querer alimento algum.
         Quando isso acontece não quer dizer que o outro não te ame mais ou nunca te amou. Também não quer dizer que você deixou de amar essa pessoa por causa de uma discussão. Não é isso. Acontece que mesmo quando há amor, há erros e, assim, há dor.
         E quando ela chega, você tenta remontar, rememorar e reviver em sua mente os momentos felizes. Momentos esses que são, sem sombra de dúvidas, maiores e mais intensos do que essa dor. Se for assim, é nessa hora que você passa a ter mais certeza do sentimento que tem pelo outro: é amor!
         Quando o amoré verdadeiro, porém, ele supera tudo!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O Pulso Ainda Pulsa...

Pois é, irmãos e irmãs Rubro-Negros, vencedores por herança genética: ontem, para alegria geral daqueles que por nós alimentam uma inveja desenfreada e sem noção, o Mengão Panacéia do Mundo Cão perdeu para o modesto, porém, polivalente Ceará.


No entanto, não há motivos para alardes ou faniquitos. Está tudo sob controle. Aliás, além da nossa humildade já peculiar, outra marca que nos caracteriza é mesmo o nosso alto grau de confiança. Altivos e dominantes, positivos e operantes, não tememos o pior, pois sabemos que até nas derrotas o Mengão Fantástico tem algo a nos ensinar.

Ontem, apesar de eu não ter visto o jogo por estar fazendo coisa muito melhor, o que se viu foi que, apesar de termos sido campeões invictos e estarmos desde novembro de 2010 sem perder, o Flamengo só havia enfrentado times pequenos, é preciso admitir. Ora, até então, passamos o rodo geral em Flores, Chorafoguenses e nossos eternos Vices. Aliás, era mais uma pré-temporada do que um campeonato.

Agora, porém, o momento é de concentração. Como todos sabem, o Flamengo onde joga está em casa. E no Ceará, um dos estados mais bonitos desse nosso país, a massa vermelha e preta domina, assim como domina aqui, nas amadas e respeitadas Minas Gerais. Como todos têm consciência, o Urubu-Rei precisa apenas de dois míseros gols contra o diminuto Ceará.

Então, por mais que o respeito seja necessário, e sempre é, o que tenho a declarar é:

Às favas com a humildade, torcedor Rubro-Negro, pois já passou da hora de você, e só você, gritar para todos os desclassificados e chorões que insistem em te secar, que o Mengão Doutrinador e Líder da Cadeia Alimentar Futebolística nunca se entrega. É hora de você, torcedor do lado certo, fazer com que todos se arrependam do que foi dito nas últimas horas e demonstrem, com pensamentos e palavras, atos e lágrimas, que para nós, as derrotas não têm valor, nem mesmo heurístico. Aprendemos, e por isso somos quem somos, com as vitórias.

Às favas com a humildade, amigo Rubro-Negro, pois seu time é maior, melhor, e estraga com a Páscoa de quem fecha com o errado. Aliás, nunca se esqueça: ninguém está mais autorizado do que você, enquanto torcedor do Mengão Lobo Mau, a tirar onda com o time alheio.

Chega de lero-lero, esperemos, vamos virar!

domingo, 24 de abril de 2011

Faz-me rir... (mais) uma lição

Sou um cara inundado de bons e nobres sentimentos. Sempre me preocupei com os menos favorecidos e, de alguma forma, tento ajudar os mais necessitados.
Sempre tento ser justo. E, quando vejo alguém sofrendo, lá estou para oferecer meu ombro amigo.
No entanto, tudo tem limite!
A torcida do Flor não aprende! Time de guerreiros que nada! Time de sofredores, de energúmenos e mal vestidos.
Essa rafaméia não aprende. Todo jogo é mesma coisa: sabem quem é melhor, quem é maior e quem é Flamengo. E, no final das contas, insistem em acreditar no tal do impossível – leia-se: vencer o Mengão Doutrinador de Floristas Tricolores.
Com o tempo, até nós, Flamenguistas, em nossa digna humildade, nos cansamos de ouvir tanta besteira. Aprendam, simpatizantes do Flor: nunca, em tempo algum, a equipe de lá vai ser favorita quando enfrentar o Maior de Todos!
Em várias oportunidades os integrantes do Corpo de Baile lá de Laranjápolis até começam bem, firmes, mas logo desmunhecam e entregam a rapadura para nós que fechamos com o certo. É assim. É a ordem natural das coisas. É a lei da vida. No final, o que ocorre é pura e simplesmente aquela velha história da cadeia alimentar, onde há sempre um predador mor!
É claro que agora, após mais uma vitória do Melhor sobre o Menor, eu poderia estar aqui, gastando algumas linhas para esculachar o Flor. Mas, então me pergunto: pra quê? Qual a graça de tirar onda com um time que já freqüentou as divisões subalternas do futebol? Qual a graça de tirar onda com um time que fica magoadinho quando perde e, nas raras vezes em que vence, se sente um campeão mundial? Como, me expliquem como, tirar sarro com um time que, em essência, já é uma piada. Prefiro não fazer isso. Como disse no inicio desse pequeno post, eu sempre me preocupei com o bem estar dos menos favorecidos. Por isso, deixo aqui um convite, um convite à vida, um convite à redenção, à conversão: troquem de time seus tolinhos... melhor é ser feliz!

SRN.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Ponto de vista




Desde ontem tenho escutado, lido e assistido várias pessoas falando sobre o massacre ocorrido no Realengo, Rio de Janeiro.
Triste.
Não sou nenhum especialista e pouco, muito pouco, entendo sobre a complexidade do pensamento e do coração humano. Não entendo nem a mim mesmo.
Mas, no entanto, entendo que falta amor às pessoas.
Falta amor pelo próximo. Falta respeito.
O assassino, arrisco afirmar, não se sentia amado. Talvez fosse. Talvez não. Aqueles que por ele deveriam ter algum amor já estão mortos: seus pais. Mas isso é só o que eu acho.
Só a ausência total de amor pode explicar o fato de uma pessoa tentar contra a vida do seres mais puros que existem: as crianças.
Ontem mesmo, uma pessoa muito especial me disse que o que devemos fazer é rezar por todos – pelos que se foram e, principalmente, por aqueles que permaneceram, na angustiosa e dilacerante dor de perder um ente querido.
Talvez não haja dor maior do que perder um filho.
Mesmo com a minha pouca ou nula fé, acredito que essa pessoa tenha razão. É preciso ter um lugar onde se amparar.
A partir de agora, entretanto, várias discussões devem surgir. Algumas, como a questão do desarmamento, são necessárias. Outras, infelizmente, surgirão alimentadas pelo oportunismo de alguns espíritos de porcos.
Nenhuma, porém, vai trazer de volta à vida as vítimas desse dia 7 de abril de 2011. Aliás, nada trará.
Há quem diga que tudo isso seria resolvido com educação. Não creio. Em países muito mais desenvolvidos neste quesito, tragédias semelhantes a essa acontecem todos os anos. Para respeitar o próximo não é preciso saber ler e nem escrever. É necessário apenas enxergar o outro como semelhante.
Não sou o Senhor da Razão. Nem tenho essa pretensão. Mas, repito, a mais simples e eficaz atitude a ser tomada para evitar tragédias como essa e outras tantas é simplesmente a adoção, na prática, da lei maior, a Lei do Amor.
Amar, ao contrário do que muitos acreditam, não é fazer de tudo para que alguém seja feliz. O fato de eu não fazer nada para atrapalhar já está de bom tamanho. Amar não é o fato de fazer declarações e lindas canções de amor. Amar não é sair distribuindo sorrisos e abraços àqueles que você mal conhece. Amar é pura e simplesmente, respeitar as diferenças e aceitar que no mundo todos podem viver em paz. Amar é ser do bem, é preferir a paz, a vida.
Faltou amor, sobrou a dor.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Vai ser bom pra mim...!?



Às vezes, procurando um som pra relaxar, o que se pode encontrar é uma canção pra te fazer pensar, pensar e viajar...
Eu e meus devaneios.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Depois do fim



Parecia mais um simples caso de dois conhecidos andando pela rua e que de repente se reencontram.
Parecia. Só parecia. Não era bem assim.
Agora, da parte dele, um simples “olá”. Dela, um desvio de olhar.
Constrangimento.
Aquela situação, aquele momento, não era só mais um caso corriqueiro de duas pessoas que se conhecem e, por acaso, se esbarram.
E pensar que em um passado não muito distante, o que se via entre ambos era mais um caso de amor imortal. Declarações mais do que apaixonadas, todas elas recheadas com os beijos mais sinceros e os carinhos mais ardentes. Era, de fato, uma paixão bonita de se ver e, acima de tudo, de se viver.
No entanto, imortais, agora, são apenas as lembranças.
O amor entre o casal, por ser efêmero, acabou.
Agora, apenas um “olá” com o rosto ardente e ruborizado. Agora, apenas um desvio de olhar envergonhado. Passos apressados, apesar de vacilantes, para fugir logo daquela situação.
Nem um olhar para trás. Nem um sorriso, um abraço ou um simples aperto de mão de duas pessoas que, apesar do fim da relação, ainda nutrem um pelo outro o carinho sincero de quem um dia viveu um amor verdadeiro. Afinal, não é porque chegou ao fim que o amor não era sincero, real.
É mais natural o fim de um amor do que o nascimento de uma paixão verdadeira. Parece triste e trágico, mas é assim.
Não precisamos de muitos motivos para nos apaixonar. Mas, por outro lado, às vezes deixamos de amar mesmo sem ter um motivo sequer.
Com ou sem motivo, o amor entre os dois acabou. Com ou sem motivo, ambos se machucaram, se magoaram, se desencantaram. Sorrisos foram trocados por lágrimas. Incentivos deram lugar a cobranças. A confiança perdeu a disputa com o ciúme. E o amor cedeu, por ser amor e não querer guerra, à paz – às vezes saudável – que só a solidão pode oferecer.
Hoje, porém, quando eles se cruzaram, trocaram olhares e sensações, a história foi alijada. No seu lugar, um “olá” e um desvio de olhar.
Vida que segue.

sábado, 26 de março de 2011

Foi o whisky *


(*) Essa crônica foi publicada, originalmente, no dia 15 de maio de 2010. Hoje, não sei por qual motivo, me deu vontade de postá-la novamente. Não houve nenhuma alteração no texto, apesar das mudanças ortográficas já em vigência... 
Boa leitura, releitura. 

E mesmo que um gato preto cruze à sua frente; mesmo que você passe embaixo de uma escada ou quebre um espelho... Isso não irá trazer azar à sua vida, não.
Que bobagem.
Se formos olhar bem e afundo, não existe azar. Existe gente com muita sorte e gente menos sortuda. É melhor pensar assim, até porque pode dar azar ficar pensando em azar e azarados...

Dizem os sábios que atraímos para a nossa vida tudo aquilo em que pensamos constantemente.
Pense em coisas boas, ora essa!

Mesmo que você não goste do frio ou da chuva, do calor ou da neve, cada um desses fenômenos tem uma razão para existir.
Que graça teria o dia se não houvesse a certeza de que a noite viria?
Só dá pra perceber que a noite foi boa depois que amanhece.
Tudo tem seu valor. O dia, a noite, a chuva, o sol, o frio...
Não gosto de frio.

Tem gente que gosta de ficar guardando cartas de amor, papéis de bala e chocolate, flores entre as páginas de um livro. Tem gente que gosta de guardar coisas.
Pode até ser bom.
Mas pode chegar um dia em que você vai estar mexendo nas suas bugigangas e vai encontrar aquele papelzinho de bala que lhe trouxe tantas alegrias quando a ganhou. Neste dia, porém, o papel, o cheiro da bala, a lembrança, podem lhe fazer mal.
Papel é reciclável. A flor pode virar adubo. As cartas de amor só serviram para aquele tempo... Recomeçar é preciso.

Se as pessoas só conhecem a sua verdadeira personalidade quando você se embriaga, se droga ou pira, assim, do nada; é hora de rever alguns conceitos. O primeiro deles é que, talvez, sua vida tem sido uma constante encenação.
Eu gosto de ir ao teatro...!

Mudar a rotina é essencial para que você se renove.
Troque a carona pra casa por uma caminhada ou um ônibus lotado. Pode ser que ali naquela muvuca do buzão encontre algo ou alguém interessante.
Voltar de ônibus pra casa pode ser bom. Experiência própria.
Reencontros.

Não deixe de acreditar em você; nos outros; na vida.
Não deixe de acreditar.

Pare de ter vergonha de assumir seus gostos, seu jeito, suas escolhas.
Assuma quem você é. Se não vai prejudicar ninguém, ninguém tem nada com isso!
Não é porque muita gente não gosta, que você não possa gostar de música sertaneja; rock; ópera; funk; pagode; samba; novelas; comédias românticas ou não; jogos de RPG; bruxarias; horóscopos; Big Brother; golf; marcha atlética; filmes antigos; discos de vinil; coisas não tão populares, enfim...
Conheço um marmanjo que adora colecionar tampinhas de refrigerantes... E eu com isso? O cara ta feliz e cheio de história pra contar... Cada tampinha tem uma história singular.

Tudo em nossa vida, em nosso universo particular, deve ter uma história com ou sem final feliz... Se algo passou pela sua vida e não existe uma história pra contar, é o mesmo que não ter passado... Não se viveu intensamente o momento!
Não sei das coisas. Mas quando alguém permanece por algum tempo em nossa vida e passa despercebido... Né? Ou não...

Será que alguém sabe amar como Leo e Bia? Será?

Família, amigos, verdade... Essenciais!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Nenhum arrependimento. Só amor. *


(*) Por Flávia Mariano.

Mais uma vez, abro espaço nesse humilde, porém, bem frequentado blog, para que todos se deliciem com os devaneios da minha amiga Flavinha!
O que ela escreveu é algo que, tenho certeza, todos já viveram ou vão viver. O tal do amor é muito complexo. Mesmo longe de quem amamos, mesmo separados por motivos diversos – que infelizmente foram maiores do que o amor – a outra pessoa continua, por algum tempo, a influenciar em nossas vidas. Vivendo e aprendendo!
Boa leitura!

As coisas andam mudando tão rápido; tudo anda mudando muito rápido.
Os sentimentos, as pessoas, tudo.
Se não é isso, é a minha vida que está assim. O que mais anda vindo na minha cabeça, é que se quando a gente faz algo, mas se arrepende ou não... Bom, você fez algo, mas fica pensando o que seria se você não tivesse feito ou tem certeza do que aconteceria se você não tivesse feito, e por isso acha melhor ter feito por ver as conseqüências agora.
Isso faz sentido?
Não acho que as coisas aconteçam por acaso, e tenho quase certeza de que dependendo do que as pessoas fazem, elas mudam pelos seus atos.
(É chato) quando a pessoa amada não consegue ver e entender porque você mudou. O pior é quando a pessoa amada se chateia e continua a mesma em vez de mudar junto, em vez de compreender, em vez de ouvir... E isso é horrível! Mas, pior do que isso é ver que ela está certa. Mas se você fez o que fez é porque tinha motivo, é porque sabia o que iria acontecer mais à frente. Mas se você soubesse que talvez a pessoa amada te rejeitaria mais ainda, talvez, não teria feito. Mas, só de pensar o que iria vir depois, talvez seja melhor ela te odiar agora. Porque no fundo, você ainda sente que ela te ama, e que se ainda conversa com você, que fica chateada com você, é porque ela se importa com você. (?)
Você ainda a ama, mais tem medo de admitir. Talvez ela saiba e também tenha medo. Mas se os dois já sofreram um pelo outro, já brigaram, discutiram, fizeram promessas de se odiarem pro resto da vida, será que vale mesmo a pena discutir mais uma vez? E se se perdeu o encanto? Se já não há mais confiança de um em relação ao outro? Mas, então, por que não conseguem esquecer tudo isso? 
É tão complicado.
E no meio disso tudo, todos que te aconselham dizem a mesma coisa:
”Segue em frente, esqueça, não vale a pena conversar com alguém que já te fez tão mal!”.
Então porque você insiste, ainda? Você sabe que tudo isso que dizem é a verdade, que seguir em frente com esse assunto vai ser pior, pois irá se apaixonar mais ou se machucar mais. Mas você não ouve; você quer seguir em frente mais não consegue, não sem a pessoa... Se você ficou meses sem essa pessoa, porque justo agora não consegue?
E se a pessoa estiver fazendo isso tudo só pra te machucar mais? Não, não é possível que ela seria tão má (é o que você pensa)! 
Sim, ele pode estar só brincando com seus sentimentos! Mas depois de tanto tempo juntos, será possível isso mesmo?
Tudo é possível, não é mesmo?
É... Acho que o melhor a se fazer nessas situações é seguir a vida e ver no que vai dar.
Não sei mais se o amor resolve tudo. Pois, se resolvesse vocês estariam juntos e não pensando nas coisas que aconteceram entre os dois ou pensando nas consequências que viriam...

sábado, 19 de março de 2011

Amizades, paixões, emoções e devaneios


Voltei. Faz tempo que não passo por aqui. Hoje, porém, vou escrever.
Um devaneio interessante – pelo menos pra mim – vou lhe contar.

Antes de qualquer coisa, queria dividir com você a sensação louca e inexplicável dessa tal de paixão. É algo que, por mais que tentasse, eu não saberia explicar. Mas, no fundo, têm razão os poetas quando dizem que a paixão não nasce para ser explicada. Ela nasce pura e simplesmente para ser vivida. Tão simples.
O fato é que de todas as paixões, pra mim, as mais belas, sinceras e empolgantes são aquelas nascidas por meio de uma amizade. Ainda assim, mesmo sendo as mais belas, sinceras e empolgantes, são as mais difíceis de serem, no mínimo, reveladas. Há casos de paixões desse naipe que nascem e morrem sem que o objeto de desejo sequer desconfie da sua existência. Não acho que isso seja justo.
Acredito que todos os apaixonados deveriam se revelar.
É angustiante guardar algo tão bonito só pra você. Há quem diga que seja egoísmo. Porém, não dá pra julgar quem prefere viver com esse segredo. Talvez seja melhor, pelo menos mais prudente. A paixão, caro leitor, às vezes, tem efeitos devastadores.
No fundo, o que todos os apaixonados querem é aquela tal de reciprocidade. Mas, quando o outro não quer, é, no mínimo, phoda.
Imaginemos: num belo dia, o cidadão se descobre apaixonado por sua querida amiga. Não nota nela nem um sinal desse mesmo sentimento. Revelando, pode despertar na garota algo que estava apenas adormecido. Ou, tragicamente pelo contrário, pode estragar uma amizade. É tenso.
Mas, vamos lá aos sintomas disso tudo que estou falando... Ou pelo menos tentando falar.
Apesar de tenso, é fantástico quando isso acontece. Eu gosto. É muito bom, inexplicável, quando de repente, você nota que a sua amiga tem o sorriso mais bonito do mundo. Algo jamais notado e que agora se revela só pra você.
É indescritível a sensação de quando ela te envolve num abraço. Tudo muda. A partir de então, o abraço é diferente. Provoca arrepios e emoções siderais. Caso dependesse somente de você, eu sei, esse abraço seria imortal. O perfume te embriaga e provoca aquela sensação imorredoura de admiração gratuita.
Agora, quando ela fala, as palavras se traduzem em singelas e melódicas notas musicais. Ela canta pra você. Algo muito parecido com o lendário canto das sereias. Assim, você, pobre apaixonado, percebe que não percebe como fica com cara de bobo só de vê-la sorrir, conversar, cantar...
Tem vontade de falar, de se declarar. Tem medo! Tem vontade de beijá-la nos lábios, mas sem aquela ganância desenfreada dos beijos roubados em baladas. Quer sentir o beijo. É diferente. Não é um beijar por beijar. É beijar para provocar a troca de sensações. É sinergia. É magia. É paixão.
Antes, quando voltavam juntos para casa, caminhando, tudo era besteira, conversa fiada e simples andar. Agora não!
Agora, tolo apaixonado, você não sabe o que falar. Fica em silêncio. Ela também. Sim, ela já percebeu que há algo diferente. Mulheres têm percepção aguçada. Ela sabe e não vai falar nada. Vai esperar a declaração ou vai esperar essa fase simplesmente passar. No fundo, porém, você sabe: não vai passar.
Eis que esse é o pior momento. Revelar ou não sua paixão. Pois, por mais que você a queira como nunca quis ninguém; por mais que a vontade de tê-la, agora, ao seu lado tenha crescido assustadoramente, o receio de perder a amizade e, sobretudo, a presença constante dela te faz recuar.
Nesse momento, a coisa começa a se parecer muito com aquelas histórias de amores platônicos. Em seu medo angustiante e seu egoísmo humano, você prefere não tê-la como deseja – homem x mulher –, a perder aquilo que te faz tão bem: a simples presença do ser amado.
Também concordo se você disser que isso tudo é muito complicado. No entanto, se fosse simples não seria paixão. Se tivesse explicação, não teria graça.
Você, caro leitor, pode até achar que esteja errado ao se descobrir apaixonado por um (a) amigo (a). Mas, se for essa a situação, lembre-se do que diz a canção... “O impossível é só questão de opinião”.


(...)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Táquais!


Eu poderia falar aqui, neste humilde, mas bem frequentado espaço, sobre as revoluções que estão acontecendo no Egito. Aliás, sinto que falta um pouco de atitude egípcia ao povo brasileiro, que fala muito e pouco faz. Podia, pois, falar sobre o fato de a China ultrapassar o Japão no ranking das maiores economias mundiais. No entanto, esbarraria no fato de não saber nadinha de economia. Se eu soubesse, não seria pobre. Quem sabe, eu não poderia traçar algumas linhas sobre a despedida do Ronaldo, o maior jogador que vi atuando. Porém, sobre esses assuntos já tem muita gente – mais competente do que eu – falando e, por isso, é do Mengão Cume da Cadeia Alimentar que eu quero falar.
É fato que após toda a badalação de sua chegada, Ronaldinho ainda não deu o ar da graça. Alguns lampejos de gênio, mas, nada perto daquilo que nós que fechamos com o certo esperamos dele. Ronaldinho é craque, é fora de série e vai provar isso.
Porém, mesmo com Ronaldinho jogando 20% daquilo que pode e Thiago Neves em fase de aquecimento, é fato, inegável, incontestável e praticamente uma palavra santa que o Flamengo Panacéia do Mundo ainda é melhor, bem melhor, do que seus adversariozinhos.
Aliás, tirando o Vice da Gama, que esta provando por a + b que é possível sempre piorar, Foguinho e Flor têm dado demonstrações ridículas e dignas de muita cornetagem do medo assombroso que envolve aqueles que precisam, pelas forças do destino e cruzamentos das tabelas, enfrentar o Maior.
Neste caso, fiquei admirado em ver como o Foguinho jogou bem diante do próprio Flor só para tentar fugir das garras do Rubro-Negro.
Na na ni no no! Não adiantou. Domingo é dia de esculachar a torcida clandestina, fazer essas mentecaptos queimarem camisas e dormirem de costas para suas infelizes esposas porque estarão emburradinhos. Tudo isso por conta do inevitável sacode que os espera. Aliás, poderiam muito bem ter feito como o Vice e evitado tamanho vexame em rede nacional. Mas, não! Quiseram e insistiram em acreditar numa bruta mentira: a desfaçatez de anunciar que podem jogar de igual para igual com o time do Manto Sagrado. Amém.
No entanto, prefiro seguir na humildade que me é peculiar e esperar a hora do jogo. Mesmo sabendo que meu time é melhor, tem a camisa mais bonita, a maior torcida e é rei por herança genética, a simplicidade é uma característica nossa, torcida flamenguista. Esperemos até domingo, que já esta aí e então confirmemos o que todos já sabem... Flamengo é absoluto.

PS. Saudades do tempo em que o Vasquinho era grande e não comemorava vitórias contra o Mequinha. Isso faz tempo, acho que o Ronaldo ainda jogava pelo São Cristóvão...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Desejo e medo... Medo e desejo

Já perceberam aquele aperto filho da puta que dá no coração? Já sentiram isso alguma vez? Já sentiram essa agonia por algo ou, principalmente, por alguém?
Muito esquisito tudo isso. Ora, não deveria ser assim. Pelo menos, queria muito que não fosse.
Mas é.
Sempre acontece comigo. Por exemplo, antes das provas finais lá no meu tempo de escola. Antes do Trabalho de Conclusão de Curso, na saudosa época de faculdade e naqueles momentos que precedem a resposta – positiva ou não – sobre uma oportunidade de trabalho. Ah, reuniões com chefes não me causam mais esse tipo de sensação.
Mais tenso ainda é quando essas sensações se dão por conta de um outro alguém. Esclarecendo: mais tenso ainda é quando você se vê “a fim” de alguém e não acha um lado, um jeito, uma maneira de se expressar, de se declarar. Falta coragem.
O estomago fica meio louco. Não para. Da dor de barriga.
É estranho, pois, a qualquer momento a pessoa pode simplesmente desaparecer e você não conseguirá ao menos dizer algo que a faça tomar consciência do seu carinho, sua admiração, seu amor. Quem sabe isso – esse punhado de sentimentos e sensações – não fosse recíproco? Acredite: nunca saberá se não se expressar.
Todo mundo diz que não se pode deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Mas não é tão fácil quanto parece. A vida não é tão simples. Ou é?
Será que têm razão aqueles que dizem que somos nós quem a complicamos?
É preciso pensar nas consequências da sua atitude. Dependendo do jeito que se declarar, você pode estragar o relacionamento amigável que tinha com a pessoa ou pode, na pior das hipóteses, acabar com o bocadinho de chances que tinha com ela. Mas falta de atitude também pode resultar em sérias consequências. Não é mesmo?
Mas o caso é que tudo muda quando essa pessoa esta por perto. E o sujeito começa a ficar confuso, chega a pensar na possibilidade de estar apaixonado.
Olhando bem e analisando os sintomas da paixão que ouvi de alguém muito especial, hoje, talvez isso tudo – agonia, confusão, medo e desejo – pode ser mesmo a tal paixão. Ora, a pessoa não sai da sua cabeça.  Se estiver em algum lugar divertido, fica querendo imaginar como ela reagiria se estivesse lá, ao seu lado. Se estiver triste ou preocupado, tudo o que quer é a presença dela. A paz em momentos de turbulência.
Alias, estamos mentindo pra quem? O que vale mesmo é a presença dela em qualquer momento, qualquer lugar: feliz ou triste!
Assim como minha amiga, Flávia, meu coração também bate mais forte, minhas pernas ficam bambas e, geralmente, não sei muito bem o que dizer.Tenho muita vontade de poder cuidar da pessoa por quem me apaixono, mas como não posso, cuido de mim, me faço forte para que ela tenha sempre onde se apoiar. Fico feliz demais quando ela esta por perto. Na distância, apenas espero. Não há tristeza, só saudade.
Enfim, o que sei é que enquanto estou aqui digitando esse monte de coisa sem eira nem beira, sem sentido e sem propósito, a pessoa está não sei aonde, fazendo não sei o que, na companhia de não sei quem... e eu aqui, entre o medo e o desejo, o desejo e o medo.
Não faça como eu. Vá a luta.
É isso.